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SER JOVEM

SER JOVEM É VIVER COM ENTUSIASMO, SEMEANDO ALEGRIA, BONDADE COM DISCERNIMENTO.

A "evolução" do Amazonas

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A partir da criação da Zona Franca de Manaus, o modelo econômico do Amazonas voltou-se especialmente para as indústrias que se instalaram no Distrito Industrial e dessa forma administrados pela Suframa e Governo Estadual.
Sem dúvida, essas condições concorreram para um crescimento e desenvolvimento, marcado pelo processo industrial e comercial.
Contudo, este surto de expansão econômica não foi suficiente para criar um plano urbanístico desde 1990, Manaus vem sofrendo com as invasões desordenada e desmatamento pela cidade. Atualmente administração municipal vem recebendo diversas críticas de abandono administrativo.
Após quase três anos de administração municipal, a população sofre com o problema de abastecimento de água, luz e internet lenta uma das piores internet do Brasil.
De acordo com os dados de segurança pública, Manaus ocupa segunda posição na lista das cidades mais violentas do norte e entre as capitais é a oitava menos violenta. Outra pesquisa revela que Manaus é a cidade onde existe maior infidelidade partidária 62% dos parlamentares trocam de partido político.
Manaus, possui mais de 400 mil veículos congestionamento nas principais avenidas da cidade que lá virou rotina para os cidadãos. Transporte coletivo o pior de todos os tempos, ônibus sucateados com o valor de R$ 2,25, sendo um dos maiores valores dentre as capitais brasileiras.
Segundo outra pesquisa feita por acadêmicos da UFAM, cerca de 50% da população utiliza o transporte público de Manaus, enquanto 30% utilizam automóvel próprio.
Vale salientar que é explicita a desigualdade social na cidade, nota-se o abandono nas ruas com a falta de limpeza urbana e a falta de um plano de infra - estrutura básica.     
Abandono de um conjunto de falta de ações pelo órgão municipal na área de saúde, educação, meio ambiente, atividades produtivas, cultura e lazer, vigilância nos parques e espaços público e melhoria a qualidade de vida da população Manauara.
A implantação do pólo industrial trouxe progresso para a capital, mais também os problemas de um processo de industrialização e urbanização. A vida na cidade tem aumentando o desemprego, marginalidade, invasões desordenada, menores abandonados de rua, pobreza, criminalidade e além de ser uma cidade de custo de vida dos mais altos do Brasil.


Por: Ana Clarissa

Cidade Imaginária ou Utopia Cabocla

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Os sentidos impressionam-se com os espetáculos que se fazem presente, enquanto a trama da ópera se desenrola no palco. É impossível os olhos dos visitantes e dos naturais não se sentirem atraídos pela magnífica arquitetura que remete todos à imagem dos palácios das fábulas tudo é espetáculo. Teatro Amazonas disputa a atenção dos espectadores com o barulho da zorra do trânsito repleto dos mais variados tipos de carros. No estacionamento em céu aberto, por de trás do Teatro os carros são disputados por vários guardadores chamados por flanelinhas.
Ao sair do automóvel o cidadão se depara com os lixo nas ruas. A vida agitada de uma metrópole com mais de dois milhões de habitantes, assaltos, mendigos, camelô nas calçadas e etc.
O teatro que antes era marco da civilização em meio à selva, torna-se, com o passar do tempo, o símbolo de uma era distante. Tornou-se testemunha ocular do extermínio da selva e de tudo aquilo que lembre natureza em seu estado puro.
Por sua vez, a sociedade desta nova "Cidade" chamada Manaus, busca em seu imaginário, dias melhores pra sempre. Por outro lado, nossos"políticos " oportunistas, corruptos, "coronéis" da cidade  Manauara há 30 anos. Disputa política pelo poder $$$$ que o estado oferece.
Cidade Imaginária melhoria do padrão de vida da população através da implantação de programas, projetos, moradias, desenvolvimento social e econômico, capacitação de recursos humanos e da reforma política, preservação da floresta amazônica, sustentabilidade ambiental, modernização do transporte público, novas vias de ruas e avenidas, reformulação de métodos administrativos.
Cidade Imaginária ou Utopia Cabocla? 


Por: Ana Clarissa
Relações Públicas
twitter :@aclarissa   

Você sabe o que é cultura?

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Esse terno é daqueles sobre os quais o consenso é sempre muito relativo. Nesse sentido, entendamos por cultura o modo de vida específico de cada povo. A partir disso, podemos notar que entre os povos indígenas da Amazônia, além da cultura simbólica, havia uma abundante cultura material.
Segundo a pesquisadora Anna Roosevelt, nessa farta cultura material das sociedades complexas da Amazônia, podemos encontrar: cerâmicas, estatuetas, vasos, efígies, drogas, selos, instrumentos de música, tamboretes, amoladores de setas, moedores, pilões, raspadores, ornamentos de jade e outra pedras, rocas, etc.
Tudo isso revela que, antes do brutal processo de despovoamento e de extinção cultural, provocado a partir da invasão Européia, havia uma ampla diversidade social numa Amazônia bastante povoada por povos adaptados às condições ambientais da região.
Essa adaptação ao ambiente natural também colaborou para a constituição de diversificadas formas de organização social, econômica e política na região, fazendo com que surgissem culturas como: Cunani, Maracá, Miracangueira, Marajó e Santarém, dentre outras.


Por: Ana Clarissa

Água- uma escassez anunciada

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Estima-se que o volume total de água na Terra seja 1 trilhão e 386 bilhões de km cúbico, sendo 97,2% formado por água salgada dos mares e oceanos. Algo como 1,8% está estocado sob forma de neve ou gelo das zonas polares ou grandes montanhas. Outra porção é a água subterrânea, que abrange cerca de 0,9%, restando então a água atmosférica (0,001%) e os rios, lagos e lagoas de água doce, que ficam com somente 0,0092% dessa água doce. Cada ano, a energia do Sol faz com que o volume de aproximadamente 500.000 km cúbico de água se evapore, especialmente dos oceanos, embora também de rios e lagos.
Essa água retorna para os continentes e ilhas, ou para os oceanos, sob forma de precipitações: chuva ou neve. Os continentes e ilhas têm um saldo positivo nesse processo. Estima-se que eles retiram dos oceanos perto de 40.000 km cúbico por ano. É esse saldo que alimenta as nascentes dos rios, recarrega os depósitos subterrâneos, e depois retorna aos oceanos pelo desague dos rios.
No entanto, o ritmo acelerado de desmatamento nos últimos anos e o crescimento acelerado das fábricas - industrial, que sempre requer mais água, vem alterando esse ciclo. Estudos da ONU mostraram que o desmatamento e o pastoreio excessivo diminuem a capacidade do solo em atuar como uma grande esponja, absorvendo água das chuvas e liberando seus conteúdos lentamente.
Na ausência da vegetação, e com os solos compactados, a tendência das chuvas é escorrer pela superfície e rapidamente pelo cursos d'água, causando inundações, aceleração da erosão e diminuição da estabilidade dos cursos d'água, que ficam diminuídos fora dos períodos de cheias, comprometendo a pesca e a agricultura. Não faltam sinais de escassez de água doce.
O nível dos lenços freáticos baixa constantemente, muitos lagos encolhem pântanos secam. Na agricultura, na indústria e na vida doméstica, as necessidades de água não param de aumentar, paralelamente ao crescimento demográfico e ao aumento nos padrões de vida, que multiplicam o uso da água.
Constatou-se que 26 países, a maioria africanos, totalizando 235 milhões de pessoas, sofrem de escassez de água. Sintomas de crise já se manifestaram em países que dispõem de boas reservas.
Nos locais onde o nível de bombeamento das águas subterrânea é mais intenso que sua renovação natural, constata-se um rebaixamento dos lençóis freáticos. É evidente a super exploração das águas fósseis (artesianas) em certas regiões da China, Índia, Tailândia, Estados Unidos, África e Oriente Médio.
Por tanto, 2011 já chegou é hora de refletir e conseqüentemente termos uma consciência ecológica para podermos comemorar 2012,2013, 2014 e etc.
Vamos preservar a nossa verdadeira residência o PLANETA TERRA.
Por: Ana Clarissa    

As idéias são cópias das impressões e sensações

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(...) quando analisamos nosso pensamento ou idéias, por mais complexos e sublimes que sejam, sempre descobrimos que se resolvem em idéias simples que são cópias de uma sensação ou sentimento anterior. Mesmo as idéias que, à primeira vista, parecem mais afastadas dessa origem mostram, a um exame mais atento, ser derivadas dela. A idéia de Deus, correspondendo a um SER infinitamente inteligente, sábio e bom, surge as reflexões que fazemos sobre as operações de nossa própria mente, aumentando sem limites essas qualidades da bondade e sabedoria. Podemos prosseguir esse exame tanto quanto desejamos, e sempre descobriremos que todas as idéias que examinamos são copiadas de uma impressão semelhante. Aqueles que afirmam que essa posição não é universalmente verdadeira, nem sem exceções, tem apenas um único e bastante fácil método de refutá-la: apresentar uma idéia que em sua opinião não seja derivada dessa fonte. Caberá então a nós, se quisermos sustentar nossa doutrina, indicar a impressão ou percepção viva que lhe corresponda.

David Hume

A idéia de DEUS

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Mas o que leva muitos a se persuadirem de que há dificuldade em conhecer a Deus e mesmo também em conhecer o que é sua é o fato de nunca elevarem o espírito além das coisas sensíveis e de estarem de tal modo acostumados a nada considerar senão imaginando, que é uma forma de pensar particular às coisas materiais, que tudo quanto não é imaginável lhes parece não ser inteligível. E isto é assaz manifesto pelo fato de os próprios filósofos terem por máxima, nas escolas, que nada há no entendimento que não haja estado primeiramente nos sentidos, onde todavia é certo que as idéias de Deus e da alma jamais estiveram. E me parece que todos os que querem usar a imaginação para compreendê-las procedem do mesmo modo que se, para ouvir os sons ou sentir os odores, quisessem servir-se dos olhos, exceto com esta diferença ainda: que o sentido da vista não nos garante menos a verdade de seus objetos do que os do olfato ou da audição, ao passo que a nossa imaginação ou os nossos sentidos nunca poderiam assegurar-nos de qualquer coisa, se o nosso entendimento não interviesse.

René Descartes

A substância pensante

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Depois, examinando com atenção o que eu era, e vendo que podia supor que não tinha corpo algum e que não havia qualquer mundo, ou qualquer lugar onde eu existisse, mas que nem por isso podia supor que não existia: e que, ao contrário, pelo fato mesmo de eu pensar em duvidar compreendi por aí que era uma substância cuja essência ou natureza consiste apenas no pensar, e que, para ser, não ser, não necessita de nenhum lugar, nem depende de qualquer coisa material. De sorte que esse eu, isto é, a alma, pela qual sou o que sou, é inteiramente distinta do corpo e, mesmo, que é mais fácil de conhecer do que ele, e, ainda que este nada fosse, ela não deixaria do ser tudo o que é. (...)

René Descartes